
Pássaro no vidro
translúcida barreira
do real com o imaginário
ultrapassa o limite
do ofuscado olhar
Leveza no voo
Angústia ao entrar
Pássaro de vidro
voo congelado no espaço
Asas petrificadas
no onírico da morte.
Cacos brilham
no tapete vermelho.
Sandra
O que me deixa mais boquiaberto com sua escrita, é essa suavidade com que trata a linguagem. Parece que você nos entrega o poema delicadamente com as mãos e assim podemos contemplá-lo plenamente.
ResponderExcluirBj