
Surgem do topo
Engolidas pela terra
Ressurgem de suas entranhas
E nervosas correm no leito dos rios
Gritam nas cachoeiras
Festeiras, dançam no movimento das ondas
São tristezas, alegrias
Murmurando seus segredos ao poeta
Repousam como gotículas de amor
Tomam formas variadas
Lavam alma, corpo,
O vivo, o morto
Paralisadas adormecem
Até o próximo temporal.
Sandra Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário